domingo, 21 de agosto de 2011

Carta para a mãe dos Céus

Querido Mãe Maria,
Eu tenho feito tantas lindas descobertas sobre a vida.
Estou tão feliz!
Descobri mãe, que tudo o que me parece ruim não é verdadeiro, porque a verdade é Deus, e Deus é magnífico.
Descobri que tudo o que busco, também me busca.
Descobri o quão maravilhosa eu sou, mãe! Até os meus aparentes defeitos, descobri que posso transformar em qualidades!
Hoje eu confio em mim!
E mãe, descobri que posso fazer tanto com o que já tenho, TANTO!
Descobri que tenho o apoio incondicional da força mais poderosa do mundo e que ela está ao meu lado o tempo inteiro.
Juntas, somos invencíveis!
Descobri então mãe, que nunca estou sozinha.
Descobri o quanto a vida já é maravilhosa e descobri o quanto mais incrível ainda ela pode ser!
Descobri também a enorme diferença do que sou para o que penso que sou.
E descobri a absurda diferença entre o que a vida me parece ser e o que ela é.
Descobri então mãe, que ao mesmo tempo em que sou tudo, sou nada. Portanto, descobri que é melhor confiar no todo.
E assim mãe, estou descobrindo um mundo novo cheio de cores e que quero ensinar – a quem quiser aprender – como se jogar nessa fantástica verdade.


Obrigada por tudo mãezinha, eu te amo.

Carolina Flores Quintanilha.

sábado, 13 de agosto de 2011

Minha ida ao Espaço Vida e Consciência

Minha ida ao Espaço Vida e Consciência

12 de agosto de 2011, por volta de 11h da manhã estava eu, acompanhada da minha mãe, andando na rua Santo Amaro, na Glória, Rio de Janeiro. Procurávamos ansiosamente pela casa de número 119.
Logo, nos deparamos com um lindo portão verde, plantas cheias de vida e uma escadaria simpática. Sim! Estávamos em frente ao Espaço Vida e Consciência, que alegria!
Ao entrar, sentimo-nos como em casa, uma energia confortável tomou conta de nós, e naquele instante sentimos a experiência maravilhosa que estava nos acontecendo.
Muito bem recepcionadas com sorrisos, abraços e olhares carinhosos nós fomos e em meio a músicas calmas e inspiradoras, livros cheios de sabedoria para nos deliciarmos e um delicioso lanchinho para nos acompanharmos, explorávamos pouco a pouco o ambiente claro e lindíssimo em que estávamos.
Papo vem, papo vai e a hora esperada estava chegando. Às 15h iríamos assistir pela primeira vez a uma palestra do Luís A. Gasparetto. Sim! Uma daquelas palestras cujos áudios enchem minha vida de luz. Sim! Uma daquelas palestras que tanto aqui indico para vocês.
“– Ah! Que pena”, apenas uma leve tristeza nos rodeava: não tínhamos conseguido lugares juntos no auditório para nos sentar. Logo pensei: “– Deixa que o Universo dá um jeitinho nisso”.
14h30 e ansiedades começaram a bater. Como será pessoalmente o querido Gasparetto, o que ele irá dizer na palestra, o que iremos aprender? E banhadas por esses pensamentos, vimos uma senhora com um rosto simpático também à espera, porém em pé, enquanto estávamos sentadas em um gostoso banquinho de frente para as plantas. A convidamos então para sentar-se conosco e adivinhem só? O número da cadeira da minha mãe era o 36, e o dela 37!
Pronto! Problema resolvido! Entramos em uma aconchegante saleta, nos acomodamos e esperamos pela palestra. Depois de longos minutos, ele -o Gasparetto- nos trouxe a alegria de sua presença, sendo recepcionado por nós com palmas emocionadas. Um momento inesquecível!
“– Gente, eu fiz uma cagada!” foi a sua primeira frase, dando início às nossas risadas e àquela curtíssima uma hora e meia que passamos ali à conversar. Sim! Repito: À conversar. Gasparetto nos faz sentir tendo apenas uma conversa. Aprendendo maravilhas com simplicidade, naturalidade e uma boa dose de humor.
E assim foi a nossa experiência nesse querido ( e indicadíssimo por mim) local.
Uso esse texto como agradecimento a todo o pessoal de lá. Obrigada por darem continuidade a um projeto tão bacana, construtivo e inspirador e obrigada pela maravilhosa recepção, voltarei sempre que possível, nos vemos por aí!
Um beijo de luz para todos.
Boas vibrações!
Carolina Flores Quintanilha.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Mais trechos do livro " O poder do Agora "

A palavra iluminação transmite a idéia de uma conquista sobre-humana e isso agrada ao ego, mas é simplesmente o estado natural de sentir-se em unidade com o ser.
Todas as coisas realmente importantes como a beleza, o amor, a criatividade, a alegria e a paz interior surgem de um ponto além da mente. É quando começamos a acordar.
A mente condicionada é o resultado de toda a nossa história passada, bem como dos valores coletivos que herdamos... Muitas pessoas vivem com um torturador em suas cabeças, que as ataca e pune sem parar.
A boa notícia é que podemos nos libertar de nossas mentes... Comece a prestar atenção ao que a voz diz, principalmente aos padrões repetitivos de pensamento, aquelas velhas trilhas sonoras que você escuta dentro da sua cabeça há anos.,,, Logo você perceberá: lá está a voz e aqui estou eu.
80% a 90% dos pensamentos não são só repetitivos e inúteis, mas, por conta de uma natureza frequentemente negativa, são também nocivos.
Esse tipo de pensamento compulsivo é na verdade, um vício.
“O ego está sempre preocupado em manter vivo o passado, porque ele pensa que sem ele não seríamos ninguém. E se projeta no futuro para assegurar a continuação de sua sobrevivência e buscar algum tipo de escape ou satisfação lá adiante. Ele diz assim: Um dia, quando isso ou aquilo acontecer, vou ficar bem, feliz e em paz. Para o ego, o momento presente dificilmente existe. Só o passado e o futuro são considerados importantes.”
No estado iluminado, continuamos a usar nossas mentes quando necessário, mas de um modo mais focalizado e eficiente.
O pensamento sozinho, quando não mais conectado com a área da consciência, que é muito mais ampla, rapidamente se torna árido, doentio e destrutivo.
Se você não consegue sentir suas emoções, se as mantém à distância, terminará por senti-las em um nível puramente físico, como um sintoma ou um problema físico.

- Trecho: O Poder do Agora - Eckhart Tolle 

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Você sabe a diferença entre verdade e realidade?

Você sabe a diferença entre verdade e realidade?
A realidade é pessoal, e a verdade é Universal.
Realidade são os crenças que a sua mente criou e cria em cima das situações vividas por você, ou seja, ela é pessoal, por isso cada pessoa interpreta as coisas de diferentes maneiras.
Verdade é aquilo que simplesmente é. Ela existe e é imutável, não depende de interpretações da mente.
A realidade pode ser ruim, pode ser errada, pode ser dolorosa, pois é você quem decide o que ela será.
Já a verdade é sempre maravilhosa, pois ela é a vida, é Deus. E a vida não erra, a vida não julga, a vida não castiga.
“Mas Carolina, como não?
Já sofri tanto nessa vida!
Já cometi erros e me senti castigada por eles!
As pessoas me julgaram...
E etc...”
Acredite, essa é a realidade criada por você.
A vida te responde com aquilo o que você cria, e para você, pode parecer ruim, mas se você analisar bem ao fundo, TUDO sempre tem um lado bom, e esse lado bom é a verdade que você deve acreditar.
Portanto, uma das “ chaves para a felicidade” é ver as situações como elas são e não como você pensa que elas são, assim, você tirará boas experiências de tudo e com certeza, sofrerá menos.
Essa é minha dica de hoje!
Olhe para o é, e não para o que você pensa que é.
Beijos de luz para todos,
E boas vibrações!
Carolina Flores Quintanilha.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Tudo o que buscamos, também nos busca.

"Dizem que tudo o que buscamos, também nos busca e, se ficamos quietos, o que buscamos nos encontrará.
Lógico que com uma forcinha a mais, chega um pouco mais rápido! É algo que leva muito tempo esperando por nós. Enquanto não chegue, nada faças. Descansa. Tu verás o que acontece enquanto isto."

Clarissa Pinkola

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Você tem um sonho ou uma paranóia?

Você tem um sonho ou uma paranóia?

Histórias nos contam sobre a vida de pessoas que tinham um sonho e por ele lutaram por anos e anos, até alcançá-lo e serem finalmente felizes. Mas será que a vida funciona desta maneira com todos os nossos sonhos?
É tão comum vermos pessoas bem sucedidas e com muitos motivos para comemorar, presas em sonhos não realizados, metas não alcançadas, objetivos não cumpridos...
Se você perceber bem, a maioria traçou um destino final como o paraíso, como o local em que eles vão ser realmente felizes, e até chegarem lá, eles não se permitem uma felicidade completa.
É mais comum ainda ver essas mesmas pessoas alcançando o que querem e continuando infelizes.
O que podemos aprender com isso então? Que sonhos são bobagens? Que não devemos almejar por mais nada? Não!
Podemos ver, que não é saudável depender de acontecimentos futuros. Que não é sensato crer que tal coisa nos trará a paz, quando não podemos ter certeza.
Portanto, meu conselho é: continue sonhando. Continue tentando realizar tudo o que você quiser com o mesmo afinco de sempre, ou talvez até mais, mas desapegue-se do resultados, desapegue-se do futuro, desapegue-se da necessidade de fazer dar certo.
Com o tempo talvez, você descubra que assim será muito mais fácil de alcançar o que você quer, pois você se livrará de resistências como o medo.
Ou talvez você descubra que aquilo não era bem um sonho e sim uma paranóia, algo que sua mente criou, e que você não precisa tanto assim daquilo.
O sucesso é seu pelo o que eu gosto de chamar de direito divino, então abra-se para ele, seja ele qual for.
Carolina Flores Quitanilha.

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