quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Deus não existe.

Deus não existe.
Pelo menos não àquele que um dia eu fui apresentada.

Eu tenho desmistificado em mim a ideia paternalista de Deus.

Deus, sendo tão grandioso e inexplicável - como todos aqueles que já se dedicaram a tentar entendê-lo sabem - não pode ser apenas um pai a nos observar.

Deus é a presença feminina e acolhedora quando o chamamos. Deus é a garra masculina quando precisamos. Deus é a força que atrai. Deus é a força que repele. Deus é mar, é vento, é lua, é luz, é escuridão.

Deus pode até ser um, mas ele também são muitos!
Deus é tudo, é todos, são todos!

Talvez, a ideia de que Deus é apenas um, não nos permita ver a sua grandiosidade.

Talvez, seja por isso que alguns repelem a imagem de Maria e de Santos, afinal, como eles poderiam representar Deus, se nos foi dito que ele é um só e nós acreditamos?

Mas por que a presença reconfortante de Maria, não poderia representá-lo?
Assim como, arcanjos também?!

Ou ainda, por que o amor de SUA mãe, querido leitor, não poderia ser a perfeita expressão dos sentimentos dele por você?

Talvez por isso a imagem do Diabo tenha sido criada. Se Deus é um, como a dor e o sofrimento podem fazer parte dele?

Mas e se eu lhe disser que eu vejo Deus na dor?
Que eu vejo Deus no "pecado"?
Que eu vejo Deus nas suas lágrimas?

Eu digo.

Eu vejo Deus em tudo.
E gostaria que você visse também.

Carolina Flores Quintanilha

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Quando a boca cala.... o corpo fala!!!


Quando a boca cala.... o corpo fala!!!

Este alerta está colocado na porta de um espaço terapêutico.

- O resfriado escorre quando o corpo não chora.
- A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
- O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
- O diabetes invade quando a solidão dói.
- O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
- A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
- O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
- A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
- As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
- O peito aperta quando o orgulho escraviza.
- A pressão sobe quando o medo aprisiona.
- As neuroses paralisam quando a criança interna tiraniza.
- A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.

( Desconheço a autoria )

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