sábado, 27 de julho de 2013

Oração - 27/07/2013

Caro Pai,

            Perdoe-me se eu tenho subestimado os propósitos da vida na Terra, mas confesso que tenho andado desestimulada com a insignificância do nosso sistema, estamos vivendo em uma vitrine de Egos, onde mostrar que se é, é mais importante do que ser. Acordamos todos os dias para lutar por um futuro tão vazio e tentar dizer que os valores foram perdidos já se tornou corriqueiro. As escolas ensinam o passado e fórmulas matemáticas, mas não explicam o valor do amor. As faculdades formam profissionais, que perambulam por aí com seus diplomas, mas não sabem olhar ao próximo como seu irmão. Todos julgam os defeitos um dos outros com ardor e propriedade de serem quase perfeitos e acreditam mais na mentira, na cobiça e na maldade do que no Bem. É tão triste ver todos tão desconfiados e descrentes. E ainda mais impressionante é ver como todos se juntam para falar mal de alguém ou de alguma atitude de alguém, mas não aplaudem com a mesma intensidade uma boa ação. É tão fácil julgar e tão difícil admitir que também erramos.  Depressão, ansiedade e outros transtornos psíquicos se tornaram naturais, ao mesmo passo que drogas antidepressivas e ansiolíticos também. Mas ninguém ensina às crianças a importância de aprender a educar seus pensamentos e emoções. A força do pensamento é vista como baboseira da auto-ajuda, mas todos sofrem com os seus.  Até as religiões se tornaram brigas de ego: Quem tem o Deus melhor e mais certo... Vê se pode? É pastor chutando imagem de Nossa Senhora... É católico chamando espírita de demônio... É espírita se achando dono da verdade e sem paciência com quem não sabe... Como alguém que aprendeu com Jesus a amar o próximo como a si mesmo, pode agir assim?
            Senhor, eu queria tanto conseguir passar para as pessoas o que estou sentindo e vendo. Quando digo que a vida pode ser bela, e que o amor e a perfeição divina existem, sou considerada ingênua e trivial. Como fazê-los ver que podemos conquistar nossa liberdade, sem nos perdermos no caminho da banalização da família e do amor? Que não precisamos somente de muito dinheiro e muitas posses materiais? Que se soubermos conciliar uma vida de autoconhecimento e busca espiritual, podemos conquistar o que quisermos, mas sem nos frustrar quando percebermos que a vida na Terra um dia acaba? Como mostrar aos jovens que a relação deles com seus pais, amigos e amores é tão importante quanto seus futuros profissionais? Como mostrar a aqueles que acreditam tão fielmente na maldade, que eles criam mais maldade em sua vida e por isso cada vez tem mais certeza da existência dela? E esses ainda chamam esse conceito deturpado de “experiência” tentando convencer aos jovens que os sonhos não existem. ("... nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso..." William Shakespeare).
            Porém, apesar de parecer inconformada, confio em ti numa confiança com fundamentos, pois ao observar bem minha vida, percebi que toda vez em que me coloco em suas mãos, tudo caminha para o melhor. E com isso, finalizo minha oração, lhe pedindo calma ao meu coração, para que eu siga meu caminho, cumpra minha missão e compreenda quem ainda não despertou para a verdade da vida, sem nunca me sentir melhor do que ninguém. E agradeço por tudo meu pai. O senhor é minha luz, minha vida e minha razão.   

Amém,


Carolina Flores Quintanilha

Augusto Cury - Jesus


"Aprendi com o Mestre dos Mestres que a arte de pensar é o tesouro dos sábios. Aprendi um pouco mais a pensar antes de reagir, a expor - e não impor - minhas idéias e a entender que cada pessoa é um ser único no palco da existência.

Aprendi com o Mestre da Sensibilidade a navegar nas águas da emoção, a não ter medo da dor, a procurar um profundo significado para a vida e a perceber que nas coisas mais simples e anônimas se escondem os segredos da felicidade.
Aprendi com o Mestre da Vida que viver é uma experiência única, belíssima, mas brevíssima. E, por saber que a vida passa tão rápido, sinto necessidade de compreender minhas limitações e aproveitar cada lágrima, sorriso, sucesso e fracasso como uma oportunidade preciosa de crescer.
Aprendi com o Mestre do Amor que a vida sem amor é um livro sem letras, uma primavera sem flores, uma pintura sem cores. Aprendi que o amor acalma a emoção, tranquiliza o pensamento, incendeia a motivação, rompe obstáculos intransponíveis e faz da vida uma agradável aventura, sem tédio, angústia ou solidão. Por tudo isso Jesus Cristo se tornou, para mim, um Mestre Inesquecível"
- Augusto Cury
* MAIS do que indico a coleção de livros do Augusto Cury sobre Jesus... MARAVILHOSO :
O MESTRE DA VIDA
O MESTRE DO AMOR
O MESTRE DOS MESTRES
O MESTRE DA SENSIBILIDADE
O MESTRE INESQUECÍVEL

Osho - Relacionamentos

Osho - Relacionamentos

"OSHO: Alo, Pratima! Venha cá. Conte-me a sua história.
 PRATIMA: Eu acho que cheguei a um ponto em que parei de ficar sempre voltada para o lado de fora e comecei a fazer alguma coisa realmente para mim. Parei de ficar tentando mudar todo o mundo exterior só para me manter confortável. Eu sinto que chegou o momento em que eu devo ir para dentro de mim e me sentir confortável comigo e não mais tentar fazer com que as outras pessoas...
 OSHO: Isso é um grande insight! Mm?
 PRATIMA: ...me façam feliz ou ...
 OSHO: Isso é um grande insight!
 PRATIMA (em lágrimas): Não há luz dentro de mim!
 Mm, mm! Osho murmura e pede a Pratima que levante seus braços e mãos e deixe que a energia flua. Ela chacoalha todo o corpo. Seus dentes começam a bater vigorosamente....
 OSHO: Você chegou a um grande insight. Agora, mantenha isso. Não se esqueça disso no momento em que você sair do Lao Tzu House, mm?
 PRATIMA: Se eu simplesmente seguir a mim mesma e ficar de pé e levantar as mãos para o ar, então tudo fica bem e isso é alguma coisa...
 OSHO: Mm, mm.
 PRATIMA: Eu só fico pensando se existe alguma coisa que eu possa fazer para ajudar...
 OSHO: Só uma coisa: não se esqueça desse insight. Simplesmente lembre-se, e pronto. Isso é um fenômeno muito simples desde que você possa se lembrar de que na vida, nenhuma outra pessoa pode fazer você feliz ou confortável ou qualquer coisa - isso não é possível. Esse presente só pode ser dado por você a si mesma, ninguém mais pode dar isso a você. E porque as pessoas seguem mendigando esse presente dos outros, elas sofrem, sofrem...
 E os outros não estão na verdade lhe fazendo mal algum. Eles não podem lhe dar e você não pode receber. Essa não é a maneira como se consegue esse presente. Você segue mendigando e eles seguem fingindo que eles irão lhe dar. Eles não podem dar e você não pode ganhar. Daí, surge a frustração, a raiva, a violência, a loucura, essas coisas...Então você começa a mendigar de novo em outro lugar, de alguma outra pessoa, mas você estará fazendo a mesma coisa de novo.
Novamente a mesma coisa vai se repetir. É a mesma história montada em diferentes estágios com pessoas diferentes...mas é a mesma história, nem uma vírgula é diferente. De novo você terá a mesma ilusão, que esse homem, Siddesh (que mora com Pratima) não deu certo, mas agora o Yatri (que trabalha com a Pratima) dará a você a felicidade, agora o homem certo apareceu.
 Se você quiser ter um aprendizado nessa ilusão, pode fazer da Divya a sua mestra. Toda semana ela encontra um homem e me escreve uma carta: ' Osho, desta vez eu encontrei o homem de verdade! (risos) Incrível! Isso nunca aconteceu antes e agora está acontecendo'.
 Ela se esquece de que ela me escreve toda semana e toda semana é um homem diferente. De novo, dentro de três, quatro dias, ele se vai e então ela se esquece daquele homem, daquele incrível homem. De novo isso acontecerá e nunca aconteceu igual antes, e desta vez ela vai querer permanecer com esse homem para sempre, para sempre... e ela se esquece. O milagre é ela se esquecer de que essa é a mesma carta que ela escreve uma vez, duas vezes, toda semana. Você pode pedir a ela, se você quiser criar essa ilusão. Então, ela será a mestra, Divya.
 Pratima entre um soluço e um riso, balança a cabeça e diz, 'não, eu não quero isso'.
 OSHO: Então abandone isso e simplesmente lembre-se: não peça a felicidade a ninguém. Ninguém pode dá-la a você. Somente você é capaz de dar esse presente a si mesma. É um presente seu.
Assim, dê esse presente a si mesma e seja feliz! Eu não estou lhe dizendo para não se relacionar com as pessoas, mas quando você está feliz, você se relaciona numa dimensão totalmente diferente, você se relaciona com felicidade. Agora você está se relacionando com infelicidade, você se relaciona como um mendigo. Comece a se relacionar como um imperador ou uma imperatriz, você não estará buscando nada em outra pessoa, você estará compartilhando.
Quando o amor não é uma busca, não é uma necessidade, mas um compartilhar, ele tem uma tremenda beleza. Aí, ninguém estará preocupado se ele vai ou não durar para sempre. Se ele acontecer apenas por este momento, já será ótimo, a pessoa compartilha. Se amanhã você se encontrar de novo com esse homem e ele estiver pronto para se encontrar com você, você compartilha novamente, caso contrário, dê um tchau. Agradeça a ele porque houve um momento em que você compartilhou e foi um momento feliz e você não quer fazer disso uma coisa permanente.
A idéia de fazer alguma coisa permanente surge apenas porque você está movida pela necessidade. Você está com medo, esse homem deu felicidade a você e amanhã, se ele disser não, você ficará de novo infeliz. Assim, você procura dar um jeito para que amanhã ele não possa escapar. Tranque a porta! Mas uma vez que a porta esteja trancada, aquela energia não estará mais presente, nem mesmo neste exato momento, porque o amor acontece apenas em liberdade.
 Uma vez que a porta esteja trancada, uma vez que o homem comece a sentir que ele foi pego, uma vez que a mulher começar a sentir que ela foi pega, está tudo acabado. Pode levar anos para que eles reconheçam o fato, mas tudo já se acabou agora. Se você for muito estúpida, levará muitos anos para você reconhecer; se você for inteligente, uns poucos meses; se você for muito, muito inteligente, uns poucos dias. Se você estiver alerta neste exato momento, você será capaz de ver que você matou a relação. A criança não está mais viva, ela agora é um cadáver, porque você tentou possuí-la.
 E por que a pessoa quer possuir? Porque você pensa: 'Esse homem me supriu com felicidade hoje. Quem vai me suprir amanhã?' No momento em que você reconhecer que esse homem não fez coisa alguma, você terá dado um presente a si mesma. Algumas vezes você pode dar a felicidade a si mesma, estando junto com alguém, outras vezes você pode dá-la quando estiver só. Mas ninguém está dando algo para você. É somente você dando algo para si mesma.
Algumas vezes nós damos indiretamente: nós damos o presente para a pessoa e então ela dá de volta para você. Ele dá um presente para você, mas que, na verdade, é para ele mesmo, e você devolve para ele. É através do outro, mas ele é o seu presente que você deu a si mesma.
Uma vez que isso seja entendido, você não precisa percorrer estradas longínquas, siga um roteiro curto. Você pode simplesmente dar o presente de uma mão para a outra e você estará tão feliz como se fosse dado por uma outra pessoa. Sozinha, você será feliz.
Então, basta lembrar-se desse insight e nada mais precisa ser feito. Na próxima vez, quando você começar a criar ilusões de novo, lembre-se da Divya... e relaxe! Eu não estou lhe dizendo para se tornar uma freira, eu não estou dizendo isso. Eu estou lhe dizendo para se tornar um indivíduo, não uma freira. Torne-se um indivíduo. Ame por alegria, não por necessidade. Ame não como um mendigo, ame porque você tem muito e você gostaria de compartilhar com alguém. Não tente prender ninguém e não tente se apegar, senão isso acontecerá de novo e de novo. Então você terá muitos amores em sua vida e muitos namorados.
Algumas vezes, uma tal pessoa individual, uma tal pessoa livre, que é capaz de dar felicidade a si mesma, tal pessoa pode amar uma mesma pessoa por muitos anos, mas cada vez é um novo encontro amoroso, porque ela não conecta isso ao tempo, ela não pensa no amanhã. O hoje se encerra hoje. Uma tal pessoa vai para a cama e põe um fim nesse mundo, esse mundo do hoje. Amanhã pela manhã ela se levantará novamente em um outro mundo. Ainda que a pessoa seja a mesma, para um tal indivíduo ela não será a mesma. Assim, talvez a pessoa seja a mesma, ou talvez não seja, isso não fará qualquer diferença: o homem que é feliz seguirá amando, a mulher que é feliz seguirá amando.
 E nada peça em nome do amor. É bom que a pessoa ame... Amando, a pessoa é feliz. Agradeça ao outro por ele ter aceito o seu amor, agradeça ao outro por ele ter dançado com você por um momento, cantado com você por um momento e ponto final. Não precisa prolongar isso. Não é preciso dizer: 'E o amanhã? E o depois de amanhã?'
 Não traga o futuro, permaneça livre. Deixe que o amanhã traga os seus próprios brinquedos. Por que fazer do amanhã uma repetição do dia de hoje? Quem sabe? Melhores brinquedos estarão esperando por você amanhã.
Esteja excitada com o futuro, mas sem qualquer expectativa... sem qualquer esperança, sem qualquer cobrança, simplesmente uma excitação. O novo irá acontecer, o novo está pronto para acontecer.
 Muito bem... O insight é bom, mas meu receio é: você será capaz de mantê-lo? Esse é o problema. Tente mantê-lo. Sempre que você começar a escorregar, você pode simplesmente pedir por um Darshan silencioso, mm? E sentar-se aqui. No momento em que você me vir, você se lembrará.Mm? Muito bem!"

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Mateus 7

Mateus 7

1 "Não julguem, para que vocês não sejam julgados.
2 Pois da mesma forma que julgarem, vocês serão julgados; e a medida que usarem, também será usada para medir vocês.

3 "Por que você repara no cisco que está no olho do seu irmão e não se dá conta da viga que está em seu próprio olho?

4 Como você pode dizer ao seu irmão: 'Deixe-me tirar o cisco do seu olho', quando há uma viga no seu?

5 Hipócrita, tire primeiro a viga do seu olho, e então você verá claramente para tirar o cisco do olho do seu irmão.

6 "Não deem o que é sagrado aos cães, nem atirem suas pérolas aos porcos; caso contrário, estes as pisarão e, aqueles, voltando-se contra vocês, os despedaçarão.

Peça, procure, bata

7 "Peçam, e será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta será aberta.

8 Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e àquele que bate, a porta será aberta.
 

9 "Qual de vocês, se seu filho pedir pão, lhe dará uma pedra?

10 Ou, se pedir peixe, lhe dará uma cobra?

11 Se vocês, apesar de serem maus, sabem dar boas coisas aos seus filhos, quanto mais o Pai de vocês, que está nos céus, dará coisas boas aos que lhe pedirem!

12 Assim, em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles façam a vocês; pois esta é a Lei e os Profetas.

Duas portas

 13 "Entrem pela porta estreita, pois larga é a porta e amplo o caminho que leva à perdição, e são muitos os que entram por ela.

14 Como é estreita a porta, e apertado o caminho que leva à vida! São poucos os que a encontram.

A árvore e os seus frutos

15 "Cuidado com os falsos profetas. Eles vêm a vocês vestidos de peles de ovelhas, mas por dentro são lobos devoradores.

16 Vocês os reconhecerão por seus frutos. Pode alguém colher uvas de um espinheiro ou figos de ervas daninhas?

17 Semelhantemente, toda árvore boa dá frutos bons, mas a árvore ruim dá frutos ruins.

18 A árvore boa não pode dar frutos ruins, nem a árvore ruim pode dar frutos bons.

19 Toda árvore que não produz bons frutos é cortada e lançada ao fogo.

20 Assim, pelos seus frutos vocês os reconhecerão!

21 "Nem todo aquele que me diz: 'Senhor, Senhor', entrará no Reino dos céus, mas apenas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus.

22 Muitos me dirão naquele dia: 'Senhor, Senhor, não profetizamos em teu nome? Em teu nome não expulsamos demônios e não realizamos muitos milagres?'

23 Então eu lhes direi claramente: Nunca os conheci. Afastem-se de mim vocês que praticam o mal!

A casa sobre a rocha

 24 "Portanto, quem ouve estas minhas palavras e as pratica é como um homem prudente que construiu a sua casa sobre a rocha.

25 Caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram contra aquela casa, e ela não caiu, porque tinha seus alicerces na rocha.

26 Mas quem ouve estas minhas palavras e não as pratica é como um insensato que construiu a sua casa sobre a areia.

27 Caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram contra aquela casa, e ela caiu. E foi grande a sua queda".

28 Quando Jesus acabou de dizer essas coisas, as multidões estavam maravilhadas com o seu ensino,

29 porque ele as ensinava como quem tem autoridade, e não como os mestres da lei.



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Carolina Flores Quintanilha

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